Arriscar

Não, não gosto do escritor que não arrisca nada. Que nunca joga num “pleno”, mas sempre no “par” ou “ímpar”. Não está mal; mas também não está bem.

Um livro não pode simplesmente distrair-nos. É necessário um saldo final que nos comprometa com a vida. Que nos perturbe.

espelho

Vergílio  Ferreira   em   Conta-Corrente I

 

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